Renda fixa: O que é, tipos de investimentos, como funciona

Investir em Renda Fixa é o mesmo que emprestar dinheiro para um banco, empresa ou para o governo, e em contrapartida você (investidor) recebe uma remuneração. Essa é uma forma de captar recursos e financiar projetos ou negócios para quem emite esse título.

Na grande maioria das vezes, as aplicações de Renda Fixa atraem os investidores pela previsibilidade, uma vez que as condições de rentabilidade são determinadas no momento da aplicação. O investimento pode ser préfixado ou pós-fixado, quando o retorno depende do indexador a que estiver atrelado.

Relação risco-retorno

No geral há uma regra clara: quanto maior o risco e o tempo que o dinheiro ficar investido, maior deverá ser o retorno para o investidor. Ativos de renda fixa de longo prazo, por exemplo, tendem a ter uma taxa de retorno maior. Investir em renda fixa não garante exatamente que você estará livre de oscilações na rentabilidade, pois podem ocorrer, por exemplo, variações na taxa de juros do país.

Indexadores da Renda Fixa

Vem da palavra “index”, que significa índice. Serve de base para nortear a correção de valores nas aplicações. Vem da palavra “index”, que significa índice. Serve de base para nortear a correção de valores nas aplicações. O mercado financeiro utiliza uma série de índices para atualizar e projetar os resultados dos investimentos, sendo os mais utilizados:

Fundo Garantidor de Créditos (FGC)

O FGC é uma entidade privada, sem fins lucrativos, responsável pelo socorro a correntistas, poupadores e investidores em caso de falência da instituição financeira.

Até o final de 2017, era possível recuperar os depósitos ou créditos até o limite de R$250 mil por CPF/CNPJ e por instituição financeira de um mesmo conglomerado.

No entanto, esta regra foi modificada para: “O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou a regra que estabelece teto de R$ 1 milhão por CPF ou CNPJ, a cada período de 4 anos, para garantias pagas pelo FGC.

Importante: O limite de R$ 250 mil por CPF/CNPJ e conglomerado financeiro permanece inalterado. Na prática, se um investidor receber R$ 100 mil em pagamento de garantia do FGC, poderá receber até R$ 900 mil adicionais do FGC em um período de 4 anos. A contagem só começa a partir do primeiro evento de liquidação ou intervenção em instituição onde o investidor tenha valor garantido pelo FGC, e o teto é restabelecido após o período de 4 anos.

A regra só se aplica a investimentos contratados ou repactuados a partir do dia 22 de dezembro de 2017.“ Produtos de renda fixa, como CDB, LCI, LCA e Letras de Câmbio, contam com a proteção do FGC.

Roberto Indech, Analista-chefe da Rico Investimentos

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