‘Negócios’

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Quinta-feira, Junho 10th, 2010

Caixa precisa assumir parte do controle societário da Cobra Tecnologia.

Sonho adiado

Quarta-feira, Maio 5th, 2010

* A CTIS abandonou o seu projeto de tornar-se numa Editora.

DELEGACIA DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM BRASÍLIA
ATO DECLARATÓRIO EXECUTIVO No- 12, DE 3 DE MAIO DE 2010
Cancela o Registro Especial para operação com papel destinado à impressão de livros, jornais e periódicos
.
O DELEGADO SUBSTITUTO DA RECEITA FEDERAL DO BRASIL EM BRASÍLIA, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 250 do Regimento Interno da Secretaria da Receita Federal, aprovado pela Portaria MF n.º 30, 25 de fevereiro de 2005, e tendo em vista o disposto no art. 40 da Lei No- 9.532, de 10 de dezembro de 1997, combinados com o art. 18, §§ 1º e 4º e o art. 20 do Decreto No- 4.544, de 26 de dezembro de 2002, o art. 1º, § 6º, do Decreto-Lei No- 1.593, de 21 de dezembro de 1977, alterado pela Lei No- 9.822, de 23 de agosto de 1999, e pela Medida Provisória No- 2.158-35, de 24 de agosto de 2001, e o art. 16 da Lei No- 9.779, de 19 de janeiro de 1999, e na Instrução Normativa 976, de 07 de dezembro de 2009, alterada pela Instrução Normativa RFB 1.001, de fevereiro de 2010, declara:
Art 1º. Cancelar, conforme requisitado pelo contribuinte a seguir identificado, o Registro Especial GP-01101/00023, concedido através do ADE 0048/2002, de 29 de abril de 2002, publicado no Diário Oficial da União n. 82, de 30 de março de 2002, para o estabelecimento da empresa CTIS TECNOLOGIA S/A - CNPJ 01.644.731/0002-13 e estabelecida no SIA/SUL, TRECHO 03, LOTES 105, 115, 125 E 135 S/N CEP: 71200-030, concedido por meio do processo 10166.017170/2001-83. Art. 2º Este Ato Declaratório Executivo terá validade após sua publicação no Diário Oficial da União.
JOSÉ MARIA ROCHA PICANÇO

7828.gif* Sabia, enfrentar a concorrência deste Blog aqui não é mole não.

“Operação Persona” e os seus reflexos

Segunda-feira, Maio 3rd, 2010

14261.gifA Cisco pode negar o quanto quiser, mas desde 2007 a empresa se vê às voltas com o inquérito da Polícia Federal da “Operação Persona”, que desbaratou um esquema de importação de equipamentos desta companhia feita por revendas brasileiras, em que a mercadoria entrava no Brasil sem pagar imposto, o que pode ter dado prejuízos ao País da ordem de R$ 1,5 bilhão ( preços da época).

Como reflexo dessa confusão, a companhia agora anuncia, nos EUA, que a partir do próximo ano começa a importar, sob demanda, os seus equipamentos para os grandes clientes corporativos (governo, por exemplo).

É claro que numa situação dessas há sempre o “blábláblá” de que as revendas “são importantes”, serão mantidas, etc.

Não é bem assim.

Revenda é um nome bonito para Intermediário, que sempre leva o bem ou serviço a custar mais caro. No caso da Cisco chegou até a render um “xilindró” para seus principais executivos.

A empresa está sendo procurada aqui para falar sobre o assunto. Para explicar se tal decisão não seria um reflexo da Operação Persona, que desde 2007 vem sendo abafada pelo governo, em termos de produção de notícias sobre o andamento do caso.

Lembro que na época,ao anunciar a mega operação, o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Machado, não queria sequer informar o nome da empresa, em Brasília, quando os altos executivos da Cisco já estavam em cana, em São Paulo.

Mesmo tratamento, por exemplo, não foi dado às empresas brasileiras da “Operação Caixa de Pandora” .

* País capturado tem dessas coisas…

TV Digital

Quinta-feira, Abril 22nd, 2010

tvd_abarbosa.jpgA ofensiva governamental para atrair a África para o padrão nipo-brasileiro de TV Digital está à pleno vapor.

Entre os dias 21 deste mês e 1º de maio, o Assessor Especial da Casa Civil da Presidência da República, André Barbosa, estará participando do “Seminário de Comparação dos Sistemas de TV Digital ISDB-T, com Inovações Brasileiras e DVB”, em Johannesburgo, África do Sul e Maseru, Lesoto.

Barbosa segue depois para o “II Encontro do Fórum Internacional da Norma ISDB-T, em Buenos Aires, Argentina, que ocorrerá entre os dias 02 a 06 de maio.

Firjan: Custo dos feriados será de R$ 150,7 bilhões este ano

Segunda-feira, Fevereiro 22nd, 2010

115402.gif* Da Agência Brasil:

O custo econômico dos feriados que ocorrerão este ano em dias úteis será de, no máximo, R$ 150,7 bilhões para o país, de acordo com estudo elaborado pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

Como não se tem como saber com precisão o valor de perda da não produção durante os dias de feriado, a Firjan estimou que o valor máximo seria o de um PIB diário multiplicado pelos dias úteis que não seriam trabalhados este ano, explicou a diretora de Desenvolvimento Econômico da entidade, Luciana de Sá. A conta se refere a todos os setores da economia.

As paralisações representarão uma perda de 4,4% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma das riquezas produzidas no país. O valor calculado para as perdas diárias por feriado que ocorrer em dias de semana é de R$ 13,8 bilhões. “Se você cria mais um feriado, perderia mais R$ 13,8 bilhões, no máximo”, disse.

O custo dos feriados projetado para a economia nacional este ano equivale a cerca de sete vezes o orçamento do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para 2010, afirmou Luciana. “A cada 23 anos, a gente perde um PIB”.

Segundo Luciana de Sá, o estudo objetivou mostrar que “é nefasta” para a economia a criação indiscriminada de feriados. “A gente resolveu fazer essa conta para impedir a criação permanente ou transformação de dias comemorativos em feriados, até porque a atividade econômica ocorrida em feriado implica em um salário horário mais elevado”, disse a diretora da Firjan.

No ano passado, os feriados provocaram perda para a economia de R$ 150,2 bilhões, o que equivale a cerca de 4,8% do PIB. A estimativa da Firjan é de que deixou de ser faturado um total de R$ 12,5 bilhões por feriado em dia útil no Brasil.

A estimativa do custo econômico dos feriados em 2010 alcança R$ 51,7 bilhões em São Paulo, influenciado pelo tamanho do PIB estadual, seguido do Rio de Janeiro (R$ 17 bilhões), Minas Gerais (13,8 bilhões), Santa Catarina (R$ 10,1 bilhões), Paraná (R$ 8,4 bilhões) e Rio Grande do Sul (R$ 6 bilhões).



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