‘Notícias Sindicais’
Sexta-feira, Agosto 27th, 2010
Está explicado o porquê do silêncio do presidente do SINDPD-DF, Djalma Araújo, para a série de irregularidades que ocorrem na entidade.
Ex-funcionários da EFTI - Associação de Formação de Trabalhadores em Informática, denunciaram à este Blog, que Djalma é funcionário desta faculdade. Segundo denúncias, o presidente do SINDPD-DF receberia cerca de R$ 8 mil em salário da EFTI. O Diretor Jurídico do SINDPD-DF, Avel de Alencar, que também controla a EFTI e colocou a família para trabalhar nesta Faculdade também recebe salário.
Isso não configura, de imediato, uma irregularidade. Djalma e Avel são funcionários do Serpro mas estão licenciados por conta de mandato sindical. Nem tampouco se pode questionar se uma pessoa pode ou não receber salário de uma entidade sem fins lucrativos. Já existe jurisprudência à respeito que diz que sim.
Entretanto, a EFTI foi criada pelo próprio SINDPD-DF com o objeto de não ter fins lucrativos, porque pretende dar ao trabalhador do setor de informática qualificação profissional. O SINDPD-DF em sua prestação de contas, não especifica claramente quanto remunera diretores, mas há informações referentes a despesas com pessoal e também ajuda de custo a diretores em seus balanços financeiros.
Então não há razões para o presidente do sindicato e o Diretor Jurídico estarem embolsando um salário extra da Faculdade, ainda mais porque também continuam recebendo de suas empresas de origem.
Nenhum dos diretores do sindicato que atuam na direção da EFTI têm nível superior, qualificação normalmente exigida pelo Ministério da Educação para que profissionais assumam postos de direção em Faculdades e Universidades brasileiras.
Portanto, receberem salário de uma instituição de ensino criada pelo próprio sindicato seria, no mínimo, antiético. Principalmente se a tal faculdade sobrevive de recursos que o sindicato arrecada de empresas particulares de informática do Distrito Federal.
Neste caso, Djalma Araújo e Avel de Alencar, que ocupam postos de direção num sindicato de trabalhadores do setor de informática, também estão sendo pagos, ainda que indiretamente, pelas empresas do DF que deveriam fiscalizar.
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Quinta-feira, Agosto 26th, 2010
Uma faculdade está sendo construída na cidade de Itapaci (GO) pelo SINDPD-DF.
Em 11 de setembro de 2006 foi aprovada em Itapaci (GO) a Lei 1100, na gestão do prefeito Salvador Andre de Leandro. Nesta legislação o poder Executivo Municipal autorizou a desafetação de um terreno e a alienação do mesmo em favor da Associação de Formação dos Trabalhadores em Informática – EFTI, por doação, ”para fins de construção de uma filial da Escola de Formação de trabalhadores em informática, nesta cidade”.
Trata-se de um terreno de 4,118 mil metros quadrados, em que a EFTI já está contruindo um prédio para acomodação da nova faculdade. Pelo acordo com a prefeitura, o diretor jurídico do SINDPD-DF, Avel de Alencar, teria um prazo improrrogável de dois anos para construir a faculdade e de cinco anos para colocá-la em funcionamento. Com no mínimo mil metros quadrados de construção.
Avel de Alencar controla a EFTI - Associação de Formação de Trabalhadores em Informática, desde a sua fundação, através de sua mulher, Patrícia Alencar. E mantém como Diretor Administrativo e Financeiro, Marcelo Luiz de Barros, o sindicalista do SINDPD-DF, que também é dono de empresa que pode atuar tanto no setor de limpeza, quanto no de informática.

A EFTI foi criada com dinheiro do Ministério da Educação (R$ 1,253 milhão) e tem sido mantida com recursos oriundos de empresas de informática do Distrito Federal, através do recolhimento de 1% de suas folhas de pagamento. Isso está previsto em Acordo Coletivo de Trabalho, assinado entre o presidente do SINDPD-DF, Djalma Araújo e a presidente do SINDESEI, Suely Nakao, dona da empresa Poliedro Informática. O sindicato patronal está envolvido na “Operação Mainframe”, da Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça, que investiga fraudes em licitações e formação de cartel.
Embora esse acordo envolva diretamente o SINDPD-DF, o presidente do sindicato, Djalma Araújo, simplesmente deixou que o dinheiro fosse repassado diretamente para uma conta bancária da EFTI. Portanto, Djalma não sabe e nunca se incomodou em saber, quanto efetivamente as empresas de informática repassam para essa faculdade.
Não há prestação de contas ao sindicato e nem publicamente. O sindicato, se recebe alguma informação da arrecadação que é feita nas empresas, não informa quanto em dinheiro arrecada com esse acordo com o SINDESEI. No entanto, deve ser suficiente para suprir as necessidades da EFTI e ainda bancar a construção de uma faculdade de informática no interior de Goiás, num município com um dos menores Índices de Desenvolvimento Humano do país.
Algumas empresas que conversaram com este Blog se dizem extorquidas pela direção do SINDPD-DF, mas nada podem fazer. Alegam que preferem pagar, sem saber exatamente se o dinheiro é bem empregado ou não e cumpre as finalidades que justificaram a criação desta faculdade, a encarar uma fiscalização do sindicato. (este é outro assunto, fica para depois)
Avel de Alencar sempre alegou que as contas da EFTI são auditadas pelo Tribunal de Contas da União. Em pesquisas feitas por esse Blog no tribunal, não encontrou nenhuma informação de que o TCU alguma vez tenha feito alguma auditoria nesta Associação. Somente Avel poderia esclarecer tal fato apresentando documentos oficiais com os resultados dessas auditorias.
Como essa entidade foi criada com apoio do MEC para exercer uma atividade sem fins lucraticos ( o que não é verdade e provaremos em breve), fica a seguinte pergunta: Quem está bancando a construção desta faculdade em Itapaci (GO)?
- O SINDPD-DF, através de recursos próprios?
- O SINDESEI, através da sua folha de pagamento no Distrito Federal?
* Com a palavra o senhor Djalma Araújo, presidente do SINDPD-DF. Já o senhor Avel de Alencar dará as devidas declarações em juízo, uma vez que moveu ação contra o autor deste Blog.
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Quarta-feira, Agosto 25th, 2010
O SINDPD-DF ainda não se manifestou sobre que decisão tomará com relação ao seu Diretor Administrativo e Financeiro, Marcelo Luiz de Barros, que além de trabalhador lotado na Politec e ter acabado de ganhar um novo mandato sindical, também é dono de uma empresa que presta serviços nos setores de limpeza e informática.
Até agora o recém reeleito presidente do sindicato, Djalma Araújo, só tomou uma única providência. Mandou constar no site do SINDPD-DF uma informação, de que o sindicato está apoiando o movimento pela aplicação da ‘Lei da Ficha Limpa’.
Contra políticos do DF.
* Como este Blog ainda acredita em fadas e duendes, também acredita que verá Marcelo Luiz de Barros sendo encaminhado por Djalma para trabalhar com os patrões no SINDESEI.
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Terça-feira, Agosto 24th, 2010
A nova diretoria eleita do SINDPD-DF voltará a contar com uma figura polêmica.
Marcelo Luiz de Barros, funcionário da Politec Informática, parece que goza de muito prestígio dentro deste sindicato. Tanto que é o responsável, na qualidade de Diretor Administrativo e Financeiro, pela manutenção das contas do SINDPD-DF.
E o presidente do SINDPD-DF, Djalma Araújo, confia tanto no trabalho de Marcelo, que também o nomeou para a Diretoria Administrativa e Financeira da Associação de Formação dos Trabalhadores de Informática (EFTI).
Será que Djalma está ciente de que Marcelo também é dono de uma empresa, que tem como função principal a limpeza de prédios e domicílios?
Será que Djalma também sabe e aprova, que esta empresa exerça outras atividades, tais como:
- Comércio atacadista de produtos de higiene, limpeza e conservação domiciliar
- Outras atividades de serviços prestados principalmente às empresas não especificadas anteriormente
- Serviços combinados para apoio a edifícios, exceto condomínios prediais
- Atividades de teleatendimento
- Atividades de limpeza não especificadas anteriormente
- Fotocópias
- Locação de automóveis sem condutor
- Desenvolvimento e licenciamento de programas de computador customizáveis
- Desenvolvimento de programas de computador sob encomenda?
Como o SINDPD-DF pode explicar a presença de uma pessoa em seus quadros, que trabalha como empregado para uma grande empresa de informática, ao mesmo tempo em que atua como dono de uma empresa do setor de limpeza, conservação e informática?
Como será que o senhor Marcelo declara em público os seus rendimentos?
1 - Recebe pela Politec?
2 - Recebe pelo SINDPD-DF?
3 - Recebe pela EFTI?
4 - Retira algum lucro da Brasul Administração e Serviços Profissionais Ltda?
Pesquisei no Portal da Transparência do governo e pude constatar que esta empresa recebeu, de janeiro a junho deste ano, a quantia de R$ 309.686,70 por serviços prestados de “locação de mão de obra ao FNDE - Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação. A Brasul também recebeu do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior a quantia de R$ 57.348,63.
O senhor Djalma Araujo precisa vir à público e explicar aos seus eleitores essa situação.
1 - Marcelo Luiz de Barros não é o dono da Brasul (99,5% do capital da empresa, que é de R$ 644 mil reais)?
2 - Não tem uma parente de nome: Ildete Borges de Barros, que detém 0,5% do capital da Brasul?
3 - Tudo na passa de infeliz coincidência de homônimos?
4 - Embora dono de empresa que pode atuar no mercado de informática, tem o apoio dos demais colegas sindicalistas para atuar como Diretor no SINDPD-DF?
5 - Informaram à Politec que estaria empregando em seus quadros um trabalhador, que ao mesmo tempo é um empresário, que em tese pode até ser seu concorrente no mercado de informática?
6 - A Brasul é filiada ao SINDESEI ou ao SINFOR?
* Com a palavra o SINDPD-DF.
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Segunda-feira, Agosto 23rd, 2010
Este Blog responde: Está na contagem dos votos que acaba de eleger a nova diretoria.
Basta verificar a “Ata Geral de Votação e Apuração” publicada no próprio site do sindicato. Dos 1.896 associados em condições de votar, 923 compareceram às urnas. O SINDPD-DF ainda se vangloria com o quorum de ”30% dos associados que compareceram às urnas.
A chapa única acabou eleita com 896 votos. Votos em branco 16 e nulos 11.
Como não temos o número de trabalhadores de Brasília, fica difícil avaliar a representatividade deste sindicato, ou melhor: desta “chapa unica”. Mas certamente é nenhuma porque Brasília, no mínimo, tem uns 10 mil trabalhadores na área de informática (sendo modesto).
Mas vamos avaliar a qualidade dos votos pelo prisma estatal, aonde o sindicato, em tese, deveria ser forte e ficou comprovado que não é. Tomemos por base o Serpro, a maior estatal da América Latina, cuja sede fica em Brasília.
No Serpro (sede), 19 funcionários decidiram votar na chapa única. Nem assim a chapa única teve unanimidade. Dos 19 votantes, apenas 14 funcionários votaram nos indicados desta chapa. Outros cinco preferiram anular seus votos.
Já na Regional Brasília do Serpro, um total de 52 funcionários decidiu comparecer às urnas. Mas nem ali a atual chapa única conseguiu a unanimidade. Deste total, 43 votos foram para a chapa única, três votos em branco e seis votos nulos.
Não tenho comigo o número total de empregados do Serpro em Brasília. Mas vamos supor que fossem somente mil funcionários, para efeito de cálculo.
Então, os 57 funcionários que aprovaram os indicados da chapa única terão mais representatividade do que os próprios sindicalistas.
Isso porque, cada um dos votantes do Serpro assumiu a responsabilidade de fazer valer o seu voto - para bem ou para mal - em nome de outros 17,5 funcionários que preferiram nem passar por perto das urnas e provavelmente boa parte nem sindicalizada é. E esse número só leva em conta o Serpro ter mil funcionários em Brasília, o que não corresponde à verdade dos fatos.
Então Djalma, a oposição está na abstenção.
Se a maioria dos funcionários de uma estatal como o Serpro, com tantos problemas trabalhistas que enfrenta, não busca se apoiar no seu Sindicato que, em tese, deveria representar os interesses do conjunto dos trabalhadores em processamento de dados de Brasília, fica a seguinte dúvida:
1 - Ou temos trabalhadores alienados e satisfeitos com a sua situação, ou…
2 - Estes não enxergam nos integrantes desta “chapa única” credibilidade necessária para representá-los.
Portanto, indagar por onde anda a oposição, como fez o presidente Djalma Araújo, no jornalzinho do SINDPD-DF, me parece inapropriado.
Essa ‘oposição’ silenciosa, caro Djalma, não aceitou o notebook em troca de filiação e votos. E constantemente aplica uma bruta vaia nos representantes deste sindicato, quando comparecem em assembléias na porta do Serpro.
* Já nas empresas particulares, inclusive se forem filiadas ao SINDESEI, nem há o que comentar. Não é Djalma?
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Quinta-feira, Agosto 19th, 2010

*Foto Félix Pereira.
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Quinta-feira, Agosto 19th, 2010
* Do site da Fenadados:
Trabalhadores e trabalhadoras de TI elegem nova diretoria
A chapa ‘Em Defesa da Fenadados’ foi eleita, na noite desta quinta-feira (19), para assumir a Diretoria Colegiada da Fenadados na gestão 2010/2013. Esta foi a única chapa que se inscreveu para concorrer à eleição, realizada no 17º Congresso Nacional dos Profissionais de Processamento de Dados (CNPPD). Não houve votos contrários e somente onze delegados e delegadas se abstiveram.
Está à frente da chapa Carlos Alberto Valadares Pereira, o Gandola, reeleito. “Agradeço a todos e todas! Amanhã, começa uma nova direção. A chapa resulta do esforço de todas as forças políticas que trabalham em defesa da Federação, construída pelos trabalhadores e trabalhadoras de Ti.”, disse Gandola para os participantes do Congresso. Djalma Araújo, do SINDPD DF, será o vice-presidente.
Confira a composição da diretoria na gestão 2010/2013:
Executiva
Presidente – Carlos Alberto Valadares Pereira
Vice-presidente – Djalma Araújo Ferreira
Secretária-geral – Telma Maria Dantas
Finanças – Edna Marli Oliveira
Imprensa – Célio Stemback Barbosa
Juventude – Rogertonio da Silva
Tecnologia da Informação e Comunicação – César Benedito Pierin
Política Sindical – Eduvigem Maciel
Formação – Bento José Silva
Mulher Trabalhadora – Vanusa de Araújo
Empresas Municipais e Estaduais – Alberto Dantas de Souza
Igualdade Racial – Luís Carlos Garcia
Meio Ambiente – Maria do Perpétuo Socorro
Saúde – Maria Celeste de Deus
Jurídico – Celso Araújo Lopes Filho
Empresas Particulares – Ademir Diniz
Relação do Trabalho – João Gonçalo de Figueiredo
Conselho Fiscal
Adriana Pedroso Nascimento
Admirson Medeiros
Américo Amorim Santos
Ivonete Truda
Jocelino Amorim
Joselito da Silva
* Segue uma velha citação de um escritor português, que vale como um lembrete à Gandola que, pelo visto, engoliu goela abaixo ‘indicações’ brasilienses:
“A política pode substituir a fêmea, quando é preciso escolher entre duas devassas, mas não é possível conservar ambas” - Camilo Castelo Branco (1825-1890).
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Terça-feira, Julho 13th, 2010
Não sei se é problema de nome, de falta de água, ou da seca que assola o planalto central.
Mas o fato é: onde tem Rodrigo, neste governo, tem confusão.
Agora o problema surgiu na Anatel.
Há cerca de um mês, o superintendente de Administração Geral da Agência reguladora, Rodrigo Augusto Barbosa, resolveu tirar satisfações com uma representante da Advocacia-Geral da União, que atua como procuradora da agência, e que teria dado um parecer jurídico que não lhe agradou.
Irritado, Rodrigão proferiu pérolas mais ou menos como essa, segundo contaram ao Blog:
“A Anatel é cliente de vocês e vocês são pagos para fazer o que a Anatel mandar fazer”.
Ainda insatisfeito, chamou todos os demais representantes da AGU de “Procuradores de Merda”.
Detalhe: Isso no sexto andar do bloco H da Anatel onde, não por acaso, estavam todos os demais procuradores, que assistiram o bate-boca.
Resultado: Rodrigo Barbosa terá que explicar o seu comportamento à Controladoria-Geral da União e também a Advocacia-Geral da União.
*Trabalhar na Anatel deveria render um adicional de periculosidade.
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Sexta-feira, Julho 9th, 2010

O SINDPD-DF anuncia o fechamento do Acordo Coletivo de Trabalho com o SINDESEI. O texto do tal ACT eles prometem mostrar em agosto, digo: A gosto de Deus.
Mas temos fotos de tamanha conquista!!!!
Podemos ver o ‘dono’ do SINDPD-DF, Djalma Araújo, só sorrisos para a dona da Poliedro, Suely Nakao - também ‘dona’ do SINDESEI.
Foi tão rápido o fechamento deste acordo este ano, que o próprio SINDPD-DF se surpreendeu e reconheceu o milagre: “Pela primeira vez em alguns anos, a discussão das cláusulas do ACT teve aceitação rápida dos trabalhadores”, informa em seu site.
Bom, dos “trabalhadores” não sei se foi bem assim. Mas da parte do sindicato foi rapidíssima essa ‘aceitação’.
Como ninguém viu a cor desse novo acordo, ainda, fica a seguinte dúvida:
Será que o SINDPD-DF conseguiu por as mãos em 2,5% da folha de pagamento das empresas de informática do Distrito Federal, para repassar à “Escola de Formação de Trabalhadores em TI”???
Proposta original do sindicato era essa. Mas tenho cá minhas dúvidas se conseguiu arrancar um reajuste de 150% no repasse das empresas para esta faculdade, em detrimento da merreca de reajuste nos salários dos trabalhadores que certamente virá.
* Mas, se conseguiu, então essa diretoria do SINDPD-DF merece ser reeleita este ano por “aceitação rápida” de toda a classe trabalhadora.
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